segunda-feira, 16 de maio de 2016

Saiba o que foi determinante para o América Téo Subir

Champions League
Getty ImagesRafael Antonio

O América de Teófilo Otoni, neste sábado, conseguiu o seu acesso para disputar o Campeonato Mineiro módulo 1. O principal fator que gerou esse momento de alegria que toda a cidade vive foi a volta do treinador Gilmar Estevam.

Gilmar retornou ao clube quando a competição já havia começado, e logo a equipe foi ganhando corpo. Mesmo sem muitas peças no elenco Gilmar conseguiu através da garra e da força de vontade fazer o time jogar.
Em 2011, o treinador foi fundamental quando a equipe foi campeã do interior jogando o Campeonato Mineiro daquele ano. Hoje podemos claramente dizer que Gilmar está casado com o América de Teófilo Otoni. Ele realmente se transformou em um ídolo de um time de uma cidade.
Agora a principal pergunta é: financeiramente, o que o América vai fazer para disputar o Mineiro do ano que vem? Talvez essa resposta esteja em um velho ditado sempre lembrado em Minas: “com um jeitinho mineiro tudo se conquista”.

América TO derrota CAP Uberlândia e vence primeira no Hexagonal Final




Com gol de pênalti do artilheiro Michael Paulista, mandante vence por 1 a 0, empurra CAP para a lanterna do hexagonal do Módulo II do Mineiro e respira na competição
28/04/2016 22h24 - Atualizado em 28/04/2016 22h31
Por GloboEsporte.com
Teófilo Otoni, MG
Eram seis jogos sem vencer. Mas coube ao artilheiro do Módulo II acabar com o jejum. Com o gol de pênalti de Michael Paulista no início do segundo tempo, o América TO venceu o CAP Uberlândia por 1 a 0 e venceu a primeira no Hexagonal Final do Módulo II do Mineiro. A partida no Nassri Mattar, em Teófilo Otoni, foi válida pela sétima rodada do hexagonal.
Com a vitória, o time mandante chegou a oito pontos e jogou o CAP Uberlândia, com seis pontos, para a lanterna da segunda fase. Na próxima rodada, o América TO vai até Muriaé enfrentar o Nacional, no Soares de Azevedo, às 20h15. O CAP Uberlândia volta a jogar fora de casa e vai até Uberlândia enfrentar o Mamoré, às 20h. As duas partidas serão na segunda-feira.
CAP Uberlândia América-TO Módulo II Teófilo Otoni (Foto: Atlético Uberlândia/Divulgação)CAP Uberlândia não foi páreo para América TO na noite desta quinta-feira (Foto: Atlético Uberlândia/Divulgação)
O América TO tinha mais posse de bola, tomava iniciativa, mas tinha dificuldade na armação da jogada e acertar o último passe. O primeiro lance de perigo foi aos 10 minutos com chute de Michael Paulista que levou perigo. O CAP Uberlândia chegava com as bolas pelo alto, sobretudo, com o atacante Dalmo. Aos 40 minutos, o América TO quase abriu o placar, mas o ataque desperdiçou. Os visitantes responderam com a bola parada e o goleiro Doni fez duas boas defesas para evitar que o CAP abrisse o placar e o primeiro tempo terminou em 0 a 0. 
O mandante seguia buscando ataque, mas ainda pecava no último passe. Até que aos 10 minutos Emerson foi puxado por Ernando dentro da área e o juiz marcou pênalti para o América TO. Michael Paulista bateu bem, fez o nono gol dele no Módulo II e abriu o placar. O time mandante gostou do jogo, e após a expulsão de Cassio, do CAP, tentava chegar ao segundo gol e matar o jogo. O CAP ainda teve outro jogador expulso, houve um princípio de confusão, mas a partida terminou em 1 a 0.


sexta-feira, 13 de maio de 2016



Quem é quem na comissão que vota o parecer do impeachment

Dos 65 deputados, maioria é favorável à saída da presidenta, e metade deles tem pendências com a Justiça




Ato em Brasília pró-impeachment dia 21 de março.  Getty

comissão especial do impeachment, que vota nesta segunda o parecer que vai balizar a votação da Câmara sobre a saída da presidenta, foi formada no dia 17 de março. Os 65 integrantes da comissão foram indicados por líderes de 24 partidos, segundo sua proporção da bancada no Congresso. É com base neste parecer que o impeachment será votado a partir de sexta-feira pelos 513 deputados da casa.
Desta forma, cabe à comissão a primeira avaliação se o pedido de impeachment é admissível. O pedido foi aceito por Eduardo Cunha em dezembro do ano passado, e descreve crimes de responsabilidade cometidos pela presidenta. O Governo já conta com a derrota nesta etapa. Ao menos 36 dos 65 deputados que formam a comissãodevem votar a favor do impedimento de Dilma. Outros vinte e dois garantiam voto contrário até esta manhã, e outros sete ainda permaneciam com a posição indefinida.
Ao mesmo tempo em que os deputados da comissão exercem o poder de dar prosseguimento ao processo para que a presidenta seja julgada, parte deles está implicada juridicamente em sua vida pública. Dos 65 parlamentares, 30 têm alguma pendência com a Justiça, 20 são alvos de inquéritos no Supremo Tribunal Federal, sendo que quatro são investigados na Lava Jato. Um total de 40 receberam doações de empresas implicadas na investigação sobre corrupção na Petrobras na última eleição (leia os perfis completos abaixo).
Para que o impeachment seja aprovado na Câmara, o parecer final que sairá neta segunda desta comissão precisará contar com 342 favoráveis à destituição (dois terços dos deputados + um) na votação que começa nesta sexta. Para que ele não seja aprovado, Dilma precisa de 171 votos (um terço + um). O presidente da Casa não vota. Se a Câmara decidir pelo impeachment, o processo segue para o Senado, que pode dar continuidade ao processo. Nesse caso, a presidenta Dilma será afastada temporariamente por 180 dias.
Conheça os deputados que compõem a Comissão Especial que analisará o impeachment na Câmara dos Deputados:

PMDB

João Marcelo Souza (MA)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Leonardo Quintão (MG)
Deputado desde: 2007, sempre pelo PMDB
Posição em relação ao impeachment: a favor


O presidente da comissão do impeachment, deputado Rogério Rosso (PSD).  Ag. Câmara

Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:É alvo de uma ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual
Leonardo Picciani (RJ)
Deputado desde: 2003 e atualmente é o líder do PMDB na Câmara.
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Queiroz Galvão (199.000 reais) e OAS (500.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:É alvo de representação (sob segredo de justiça) por captação e gastos ilícitos na campanha de 2014 com pedido de cassação de diploma
Lúcio Vieira Lima (BA)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: OAS (732.000 reais) e Braskem (400.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Mauro Mariani (SC)
É deputado federal desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:é réu em uma ação por improbidade administrativa
Osmar Terra (RS)
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (190.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: o TCE-RS apontou irregularidades nas gestões dele na Secretaria Estadual da Saúde, em 2003, e na prefeitura municipal de Santa Rosa, em 1995, e o condenou o pagamento de multas
Valtenir Pereira (MT)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:é alvo de inquérito no STF que apura crimes em licitações
Washington Reis (RJ)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (500.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: O TCE-RJ detectou irregularidades em contratos e contas referentes à administração financeira da prefeitura de Duque de Caxias, sob sua responsabilidade nos anos de 2006 a 2011. No STF, responde por uma ação penal movida por crime ambiental

PT

Arlindo Chinaglia (SP)
Deputado desde: 1995
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (262.500 reais) e UTC (150.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:É alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual de São Paulo por crime contra o meio ambiente
Henrique Fontana (RS)
Deputado desde: 1999
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Braskem, ligada à Odebrecht (68.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
José Mentor (SP)
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Queiroz Galvão (95.000 reais), Construtora OAS (47.500), Construtora Norberto Odebrecht (45.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é alvo de inquérito da Operação Lava Jato
Paulo Teixeira (SP)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (95.0000), Engevix (190.000 reais), Braskem (96.500 reais), BTG Pactual (47.500 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:teve as contas eleitorais de 2010 desaprovadas. O parlamentar recorreu da decisão, mas teve recurso negado. Também é alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual de São Paulo por crime contra o meio ambiente
Pepe Vargas (RS)
Deputado desde: 2006
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Vicente Cândido (SP)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: UTC engenharia (225.625 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Procuradora Regional Eleitoral de São Pauloconsiderou irregular a prestação de contas de sua campanha para deputado estadual em 2002. Ele recorreu, mas a decisão foi mantida. O deputado também é investigado por corrupção ativa e advocacia administrativa pelo STF por suspeita de oferecer propina para agir para cancelar multas bilionárias da operadora Oi
Zé Geraldo (PA)
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Engevix Engenharia (95.000 reais), construtora Queiroz Galvão (50.500 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Wadih Damous (RJ)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PSDB

Bruno Covas (SP)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (216,50 reais) e OAS (2.495 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Não
Carlos Sampaio (SP)
Deputado desde: 2003. É o 1º vice-presidente da Comissão
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Teve reprovada a prestação de contasreferente às eleições de 1998 e das eleições municipais de Campinas em 2008.
Jutahy Junior (BA)
Deputado desde: 1999
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (200.000 reais), OAS (30.000 reais), UTC (301.875 reais) e Braskem (300.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Nilson Leitão (MT)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Galvão Engenharia (500.000 reais), Andrade Gutierrez (11.550 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: ao todo, são 18 ocorrências. A última, aberta em 2014 no STF, é um inquérito que apura incitação ao crime e formação de quadrilha por suspeita de incentivar a invasão de terras indígenas. Também há outro inquérito no STF que apura crimes de responsabilidade, em que ele é suspeito de ter superfaturado obras em uma BR para desviar recursos públicos quando era prefeito de Sinop, no Mato Grosso (2001 a 2006). Também é alvo de quatro inquéritos no STF que apuram crimes relacionados à Lei de Licitações. No TJ do Mato Grosso, são quatro ações civis públicas movidas pelo Ministério Público e o Tribunal Regional Eleitoral reprovou duas vezes as contas do PSDB quando o parlamentar era presidente
Paulo Abi-akel (MG)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (325.000 reais), UTC Engenharia (100.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Shéridan (RR)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é alvo de uma ação civil de improbidade administrativa na Justiça de Roraima por titulação irregular de terras públicas em beneficio próprio quando era secretária. Também é alvo de inquérito no STF por suspeita de crime eleitoral –a denúncia afirma que ela teria proposto pagar multas de trânsito e incluir eleitores em programas sociais em troca de votos

PP

Aguinaldo Ribeiro (PB)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Galvão Engenharia (271.900 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Em 2015, virou alvo de inquérito no STFaberto com a Operação Lava Jato. Segundo o doleiro Alberto Youssef, o deputado se beneficiou do pagamento mensal de propina feito ao PP, com repasses da "cota" do partido no esquema da Petrobras. Em 2011 virou alvo de inquérito no STF que apura crimes previstos na Lei de Licitações
Jerônimo Goergen (RS)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (100.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é alvo de inquérito no STF aberto com a Operação Lava Jato. É réu em ação civil por improbidade administrativa movida pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público referente a indicação de assessor parlamentar que agia como funcionário fantasma, recebendo os valores do cargo sem a realização das atividades devidas.
Julio Lopes (RJ)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:É alvo de inquérito no STF que apura apropriação indébita previdenciária. O processo está suspenso, pois o parlamentar está efetuando o pagamento dos débitos.
Paulo Maluf (SP)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora OAS (398.940 reais), Construtora Queiroz Galvão (350.000 reais), Galvão Engenharia (100.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:11 ocorrências no total. Entre elas, é réu em uma ação por lavagem de dinheiro no STF. É réu em ação movida pela Justiça Federal por crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro. É, ainda, alvo de uma ação civil de improbidade administrativa no Tribunal de Justiça de São Paulo. Em 2005 foi preso sob acusação de intimidar uma testemunha
Roberto Britto (BA)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: OAS (4568 reais), UTC (2.855 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:é alvo do inquérito da Operação Lava Jato. É alvo de uma ação de improbidade administrativa na Justiça federal. É alvo de uma representação do Ministério Público por conduta vedada a agente público

PSB

Bebeto (BA)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: UTC (50.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Danilo Forte (CE)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Queiroz Galvão (300.000 reais), BTG Pactual (200.000 reais), Camargo Correa (100.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:seis ocorrênciassendo um inquérito no STFque investiga violações de direito e processo eleitoral e uma ação civil pública da Justiça Federal por suspeita de uso indevido de veículos contratados pela Funasa
Fernando Coelho Filho (PE)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (60.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Tadeu Alencar (PE)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Odebrecht (30.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PR

Edio Lopes (RR)
Deputado desde: 2007, eleito sempre pelo PMDB. Neste ano migrou para o PR.
Faz parte da bancada ruralista
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (500.000 reais), Banco BTG Pactual (200.000 reais), Construtora Queiroz Galvão (130.000 reais) e Construtora OAS (50.732 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:É réu em uma ação penal no Supremo por peculato. De acordo com a denúncia, ele desviou dinheiro público por meio da indicação de três servidores sem a exigência de prestação de serviços entre 2005 e 2006
José Rocha (BA)
Deputado desde: 1995
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Andrade Gutierrez (200.000 reais), UTC (200.000 reais) e OAS (94.500 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Maurício Quintella Lessa (AL)
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: OAS (350.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:foi condenado por improbidadeadministrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito. De acordo com a sentença, o parlamentar participou de esquema para fraudar licitação para aquisição de merenda e transporte escolar em troca de propina, no período em que ocupou o cargo de secretário estadual de Educação. Foi responsabilizado também por desvios de recursos federais para contas do governo do Estado do Alagoas. A Justiça determinou o ressarcimento integral da quantia de 4.272.021 reais aos cofres públicos, o pagamento de multa e a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos. O deputado recorre da sentença. Também é alvo, desde 2009, de inquérito que apura peculato
Vicentinho Junior (TO)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? sim
Quais: UTC Engenharia (250.000 reais) e Queiroz Galvão (50.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PSD

Julio Cesar (PI)
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Marcos Montes (MG)
Deputado desde: 2007. Primeiro pelo PFL, depois pelo DEM e, em 2014, foi eleito pelo PSD. Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (30.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: quatro ocorrências, entre elas uma condenação na Justiça estadual em uma ação civil de improbidade administrativa em um contrato sem licitação em que ele foi condenado a ter os direitos políticos suspensos por oito anos, ressarcimento ao erário e pagamento de multa. A segunda instância manteve a condenação, mas retirou a multa. Ele recorre ao Supremo.
Paulo Magalhães (BA)
Deputado desde: 1999. Entre 1999 e 2011 pelo antigo PFL. Elegeu-se em 2010 pelo DEM e em 2014 pelo PSD
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: UTC (2.855 reais) e OAS (2.643 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é réu em uma ação penal no Supremo em que é acusado de informar um doador falso na campanha de 2010. É alvo de um inquérito também no Supremo por suspeita de tráfico de influência. É alvo de um processo na Justiça federal por improbidade administrativa
Rogério Rosso (DF)
Deputado desde: 2007
É o presidente da Comissão
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é indiciado por corrupção eleitoral

DEM

Elmar Nascimento (BA)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (200.000 reais) e UTC (1.580 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Mendonça Filho (PE)
Deputado desde: 2001
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Queiroz Galvão (120.000 reais) e Odebrecht (30.000 reais).
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Rodrigo Maia (RJ)
Deputado desde: 1999. Primeiro pelo PFL e depois pelo DEM
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)?: não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PTB

Benito Gama (BA)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): Sim
Quais: OAS (210.000 reais), Braskem (60.000 reais) e UTC (6.000 reais).
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:é réu na Ação Penal 920 pela prática de improbidade administrativa, lavagem de dinheiro, peculato, crimes eleitorais e falsidade ideológica
Jovair Arantes (GO)
Deputado desde: 1995
É o relator da Comissão
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: teve rejeitada a prestação de contas referente às eleições de 2006 e 2012. É alvo de ação movida pelo Ministério Público Federal referente a crimes de improbidade administrativa.
Luiz Carlos Busato (RS)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PRB

Jhonatan de Jesus (RR)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)?sim
Quais: Construtora Queiroz Galvão (10.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Marcelo Squassoni (SP)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: condenado por improbidade administrativa por uso da máquina pública para favorecimento pessoal. A Justiça determinou ressarcimento integral do dano correspondente e a pagamento de multa civil. Parlamentar recorre da decisão.
É alvo de inquérito no STF sobre crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, no período em que chefiou a gerência regional do Patrimônio da União em São Paulo. Também é alvo de ação civil de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual.

PDT

Flávio Nogueira (PI)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Weverton Rocha (MA)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Queiroz Galvão (100.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é réu em ação penal movida pelo Ministério Público por crimes previstos na Lei de Licitações. É alvo de inquérito referente a crimes de peculato, corrupção passiva e ativa. É réu em ações civis de improbidade administrativa movidas pelo MP

Solidariedade

Fernando Francischini (PR)
Deputado desde: 2011, primeiro pelo PSDB, depois pelo SD
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: é alvo de uma ação da Defensoria Pública do Paraná e de uma ação civil de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público
Paulo Pereira da Silva (SP)
Deputado desde: 2007. É presidente da Força Sindical desde 1994
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (158.563 reais), BTG Pactual (142.037 reais), Andrade Gutierrez (33.887 reais), Queiroz Galvão (29.180 reais) e UTC (19.295 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:dez ocorrências, entre elas a de réu em uma ação penal no Supremo por suspeita de crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A denúncia do Ministério Público afirma que ele teria se beneficiado de desvios em financiamentos no BNDES. Também é alvo em um inquérito no Supremo em que é investigado por suspeita de venda de cartas sindicais

PSC

Eduardo Bolsonaro (SP)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: OAS (567 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não
Marco Feliciano (SP)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: OAS (9.837 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Teve desaprovada a prestação de contas da eleição de 2014 para deputado federal. É alvo de inquérito que apura irregularidades na contratação de cinco pastores da igreja Catedral do Avivamento, fundada pelo parlamentar. De acordo com a denúncia, os pastores foram contratados pelo seu gabinete, mas não estariam cumprindo o expediente.
É alvo de ação civil pública com pedido de indenização por danos morais difusos. A ação foi ajuizada pela ONG Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual em virtude das manifestações do parlamentar acerca da parada do Orgulho LGBT e de Viviany Beleboni - ativista transexual que realizou uma performance no evento -, que teriam incorrido em crimes de difamação, injúria e incitação ao ódio à população LGBT.

PROS

Eros Biondini (MG)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: Não
Ronaldo Fonseca (DF)
Deputado desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PTdoB

Silvio Costa (PE)
Deputado desde: 2007
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014)? sim
Quais: Construtora Queiroz Galvão (100.000 reais), Andrade Gutierrez (100.000 reais), Construtora Norberto Odebrecht (30.000 reais) e Braskem (4.100 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PPS

Alex Manente (SP)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Braskem (30.000 reais) e OAS (400,00 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: É alvo de inquérito que apura a prática de crimes
eleitorais. É alvo de ação por improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público.

PCdoB

Jandira Feghali (RJ)
Deputada desde: 2011
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PSOL

Chico Alencar
Deputado desde: 2003
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PTN

Bacelar (BA)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora OAS (104.500 reais), UTC (576,00 reais) e Construtora Norberto Odebrecht (350,00 reais)
Ocorrências na Justiças e Tribunais de Contas: Condenado a pagar multa e a ressarcir os cofres públicos solidariamente em R$ 770 mil por diversas irregularidades em contrato firmado entre a Fundação Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia e Secretaria da Educação, Cultura, Esportes e Lazer, comandada pelo parlamentar à época. Ele recorreu, mas o Tribunal de Contas Municipal manteve a decisão. TCM-BA - Processo nº 11963-13STF - Inquérito n° 3934/2014 - É alvo de inquérito que apura suposto crime de peculato.

PEN

Junior Marreca (MA)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: contra
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas:STF - Ação penal nº 977 - É réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas.

PHS

Marcelo Aro (MG)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Construtora Norberto Odebrecht (30.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PV

Evair Melo (ES)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

PMB

Weliton Prado (MG)
Deputado desde: 2011, sempre pelo PT. Migrou para o PMDB em 2015
Posição em relação ao impeachment:indefinido
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): sim
Quais: Camargo Correa (100.000 reais) e Construtora Norberto Odebrecht (30.000 reais)
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não

Rede

Aliel Machado (PR)
Deputado desde: 2015
Posição em relação ao impeachment: a favor
Recebeu doações de empresas investigadas na Lava Jato na última eleição (2014): não
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas: não